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“Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas…”. Se a vida tivesse um fundo musical, a música Mãos que Oferecem Rosas poderia ser ouvida, enquanto alguns homens e mulheres desenvolvem suas atividades diárias.
Maria Aurenice, 58, é professora voluntária há oito anos no Centro Adventista de Desenvolvimento Comunitário(CADEC) da APL. Ela transmite seus conhecimentos na arte de pintura em tecido, dando cor a vida de seus alunos. “Eu me sinto feliz quando vejo que as alunas se alegram com o trabalho concluído. E uma realização, eu gosto de atividades que colaboram com o bem estar das pessoas”, comenta Maria.
Em todas as Igrejas Adventistas do Sétimo Dia, a melodia da solidariedade toca através da Assistência Solidária Adventista (ASA). Coordenadoras como Clarice Tinoco, 54, fazem da ajuda ao próximo uma canção que contagia.“Trabalho há mais de oito anos assistindo os irmãos e a comunidade, e o que mais me encanta é ver brotar a solidariedade na vida de muitos que antes não sabiam repartir”, explica.
Clarice acrescenta que melhor que ajudar, é poder falar com propriedade sobre o amor de Deus. “Oferecemos não só o alimento físico, mas o espiritual também. E já colhemos frutos, hoje, uma das assistidas pela ASA é também adventista”, revela.
Homens e Mulheres como Aurenice e Clarice se reuniram na tarde do último sábado, 17, para juntos louvarem a Deus pela novas propostas do Líder da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais (ADRA) da APL, pastor Jair Miranda.
Durante o encontro pastor Miranda apresentou as metas para o trabalho da ASA na APL. A proposta é oferecer mais auxílio à comunidade, com serviços na área da saúde, cursos voltados a geração de renda familiar, esporte, e outros. E para dar ritmo ao trabalho, foi lançado o Troféu ASA. Anualmente, as igrejas que alcançarem suas metas na área assistencial serão premiadas.
O pastor Laércio Mazaro, líder da ADRA no estado de São Paulo, explicou a nova estrutura de Assistência Adventista. “O que mudou foi que a ADRA Brasil é a estrutura de ações solidárias da Igreja Adventista em nosso país. Já a ASA é o trabalho de assistência feito pelos membros da igreja local”, esclareceu Mazaro a respeito da mudança que se fez necessária para que a Igreja faça a captação de recursos e comprove que os mesmos são direcionados para a comunidade e não para a instituição.
Certo que muitas melodias solidárias serão ouvidas na zona norte e leste de São Paulo, Miranda fala como aumentar o volume dessas canções, pra que todos tenham em suas vidas esse fundo musical. “Precisamos tornar a ASA local mais compromissada com a missão, mais organizada para servir e desta forma abreviar a volta de Cristo a esta terra”, finaliza. [Equipe ASN, Lene Salles]
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